
Você já pensou nisso? Como será quando chegar sua hora de partir? Não falo sobre encurtar a vida, apenas como caráter de reflexão. Muitos acham que abordar esse tema é atrair a morte, “vira essa boca pra lá” dizem. Eu já falei muito sobre ganhar na loteria, nunca deu certo. Claro, que há abordagens muito negativas, talvez daí venha esse tabu; ou meramente pelo medo do desconhecido. Ou talvez pelas experiências de perda de entes queridos. Por sinal já comentei sobre esse tema no blog.
Como será? O que terá? Existe reencarnação? Há céu? Há inferno? Há espíritos desencarnados que nos rodeiam?
Não raro, as escolas de espiritualidade, religiões alegam que a morte não é o fim, que é uma etapa de uma longa jornada, e que essa vida em que estamos não é a primeira. Para uns que continua em mundo invisível para nós, o mundo espiritual; para outros, a alma retorna a este planeta, porém em uma nova “roupagem”, um novo corpo, tudo em busca de evoluir.
Aproveito para citar Cris R. Warnken, um pensador Rosacruz:
“A vida é eterna. Esta vida é uma escola de experiências, com muitas oportunidades para aprender e progredir. E quando estamos preparados, passamos para uma fase mais avançada de existência. ”
Segue o artigo dele dessa passagem abaixo.
“MORTE OU TRANSIÇÃO? ” Por Cris R. Warnken, F.R.C
A humanidade, geralmente, considera a morte como o fim absoluto de tudo e, portanto, com desespero e tristeza. A morte é definida como total cessação de todas as funções vitais. Esta definição, contudo, refere-se apenas ao aspecto puramente físico da vida.
Há outros planos de vida ou existência e cada um deles tem seu modo próprio de consciência. Cada um de nós deve evoluir e desabrochar para maior captação e compreensão dos inúmeros e aparentes segredos da natureza.
O amor universal de Deus e do homem é uma função espiritual, embora só possa ser compreendida mentalmente. Deus é amor e bondade. E Ele não pode ser o criador da vida e depois destruí-la. A vida é eterna. Esta vida é uma escola de experiências, com muitas oportunidades para aprender e progredir. E quando estamos preparados, passamos para uma fase mais avançada de existência.
Os místicos, em especial os Rosacruzes, chamam de “transição” esta passagem de um lugar ou condição para outro, com a cessação das funções vitais do corpo. À vida segue a vida.
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