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Meu tripé filosófico

Foto do escritor: Pedim GuimarãesPedim Guimarães


Considero que há três coisas que engrenaram minha vida: música, artes marciais e histórias em quadrinhos (HQ), talvez eu comente melhor sobre cada um deles depois. Talvez. A intenção deste texto é ser curto mesmo, desculpa se soar meio truncado, ou acelerado, desculpa qualquer coisa.

Começando de ordem inversa: com as HQ desenvolvi o gosto por desenhar, bem como incorporei alguns valores altruístas, como me indignar com injustiças (por isso entenda no sentido amplo da palavra), senso de companheirismo – afinal o que são os grupos de heróis se não pessoas unidas em prol de um bem comum? Por mais que achem que filmes de heróis tenham seus clichês (e há, claro), fico feliz em ver que não se vê de forma negativa quem aprecia a cultura geek – nome bonito por sinal – antes éramos vistos como mazelas, nerds e outros termos pejorativos. Ah, passei muitos anos sem me empolgar com cenas no cinema, até que teve aquela cena do Capitão América final do filme Ultimato, PQP, minha joia.

Com artes marciais, aprendi muito mais do que dar porrada, execução de formas bonitas e acrobacias: aprendi que nosso maior adversário somos nós mesmos. Além de resgatar minha espiritualidade pela meditação, portanto estudar mais sobre misticismo nas concepções mais bonitas da palavra, ou seja, inclinação para acreditar em forças e entes sobrenaturais e a crença de que o ser humano pode comunicar-se com a divindade ou receber dela sinais ou mensagens.

E a música? Muitas vezes fui salvo por ela, sem desmerecer grandes obras e trabalho de profissionais, mas a energia que vem da construção de melodia e letras me resgatou. Tive uma ampliação de horizontes, como me fascina, pesquisei mais sobre temas abordados em música. Também me interessei por estudar música, confesso que invejo os que trabalham com ela, claro que admiro de forma positiva, não vou comentar se existe inveja positiva, até porque isso parece meramente uma questão semântica.


 
 
 

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